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Consumidora interagindo com anúncios digitais, avaliações e conteúdos de creators ao longo da jornada de descoberta de marca.

Como o consumidor vai descobrir sua marca em 2026

A descoberta de marca em 2026 não acontece mais por acaso e muito menos em um único canal. Ela é resultado de repetição, coerência e validação. O consumidor vê, escuta, compara e só então reconhece. Os dados mais recentes sobre comportamento digital deixam isso claro e obrigam empresas a mudarem a forma como pensam marketing.

Segundo análises de Rafael Kiso, fundador e CEO da mLabs, uma das principais plataformas de gestão de redes sociais da América Latina e referência nacional em social media e estratégia digital, anúncios em redes sociais lideram a descoberta de novas marcas, com 65,3%. Isso não significa concentrar todo o orçamento ali, mas usar mídia paga como ferramenta de teste e aprendizado. Anúncios eficientes hoje são aqueles que validam mensagens rapidamente, refinam narrativas e reduzem custo de erro antes de escalar.

Em segundo lugar aparecem as recomendações de amigos, com 48,8%, seguidas pelo conteúdo de influenciadores, com 32,1%. Esses números mostram que a decisão não se sustenta apenas no que a marca diz sobre si mesma. Prova social virou parte estrutural da estratégia. O papel do marketing digital é criar o ambiente certo para que essa recomendação aconteça. Atendimento ágil, promessa bem alinhada e experiências consistentes geram indicação. O digital organiza esse processo ao transformar depoimentos, avaliações e UGC em ativos amplificados por mídia.

A busca paga no Google, responsável por 38,1% das descobertas, entra quando a intenção já existe. Nesse momento, quem aparece com clareza, autoridade e coerência leva vantagem. Podcasts e newsletters, mesmo com percentuais menores, cumprem um papel silencioso e estratégico. Eles constroem lembrança e aprofundam relacionamento fora do ruído imediato das redes sociais.

O erro mais comum ainda é tentar vencer canal por canal. Em 2026, o diferencial está em conectar tudo. Mídia paga chama atenção, conteúdo e creators validam a promessa, clientes confirmam a experiência e a busca fecha o ciclo. Quando todos os pontos contam a mesma história, a descoberta deixa de ser aleatória.

Marketing digital e recomendações de terceiros não são forças separadas. Um alimenta o outro. Estratégias digitais bem estruturadas criam experiências que geram indicação. A recomendação, por sua vez, ganha escala quando integrada a anúncios, conteúdos e fluxos automatizados. É assim que marcas passam a ser descobertas, reconhecidas e escolhidas de forma previsível.

Rômulo Rampini – estrategista em marketing digital, consultor credenciado pelo SEBRAE MT e diretor da 3TRÊS, uma das agências mais recomendadas em performance digital em Mato Grosso – @tr3scomvc

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