fbpx

Blog

Quem fica com o Instagram da empresa depois do fim da sociedade?

Hoje, um cliente me procurou com a seguinte questão: após encerrar uma sociedade, ambos os sócios seguiram caminhos solos, mas permaneceram no mesmo segmento de atuação. A dúvida era direta, mas com implicações profundas: “Com quem fica o Instagram da antiga empresa? E os leads gerados nas redes sociais?”. Parece simples, mas envolve muito mais do que a posse de uma conta — trata-se da continuidade da autoridade digital, da confiança construída e da capacidade de gerar vendas com previsibilidade.

Fiz uma breve pesquisa sobre o tema em fontes como o blog da Agilize Contabilidade Online (https://agilize.com.br/blog/empreendedorismo/dissolucao-de-sociedade-empresarial/) e da RD Station (https://www.rdstation.com/blog/marketing/como-gerar-leads-com-o-instagram/), que tratam com profundidade os aspectos jurídicos e estratégicos da dissolução societária no ambiente digital. Segundo essas fontes, perfis de redes sociais e bases de leads são ativos digitais da empresa e devem ser tratados como parte do patrimônio — sujeitos à negociação e partilha.

No marketing digital, redes sociais e listas de leads não são apenas canais de divulgação, são ativos estratégicos com valor crescente ao longo do tempo. Perder esse ativo ou usá-lo de forma equivocada pode sair caro — tanto em reputação quanto em faturamento. O problema é que, na maioria das vezes, esses itens sequer são citados no contrato social ou no acordo de dissolução, abrindo espaço para conflitos e decisões impulsivas.

O primeiro passo é a negociação: quem manterá o nicho original, quem construiu mais da marca digital, quem tem maior conexão com o público? Se possível, essa decisão deve ser formalizada em cartório, junto aos demais termos da dissolução. Com isso resolvido, vem a transição: comunicar aos seguidores a nova fase da empresa, reforçar a confiança e mostrar continuidade, mesmo com nova identidade.

Mas e se não houver acordo? A saída é criar um novo perfil imediatamente. Com estratégia — anúncios bem segmentados, conteúdo relevante e narrativa clara sobre a mudança — é possível recuperar o engajamento e até ultrapassar os resultados anteriores. Já vimos isso acontecer em vários casos que atendemos aqui na agência.

Outro ponto vital são os leads. Pela LGPD, não se pode simplesmente importar a base antiga para o novo negócio sem consentimento. Mas isso pode virar oportunidade: uma campanha de reengajamento pode reativar os contatos e ainda atrair um público mais qualificado e alinhado com a nova marca.

Dissoluções fazem parte do ciclo empresarial. O que define o sucesso depois disso não é quem ficou com o Instagram, mas quem soube transformar a ruptura em estratégia. E, nesse processo, o marketing digital pode ser a ponte entre o passado e um novo futuro escalável.

Rômulo Rampini – especialista em marketing, consultor credenciado pelo SEBRAE MT e Diretor de Estratégias da Agência 3TRÊS Marketing e Digital – @tr3scomvc.

MAIS QUE UMA AGÊNCIA

Somos um time especializado em marketing digital focados em um único objetivo: acelerar as vendas da sua empresa!

Sua empresa está pronta para se tornar referência e vender mais?

Inscreva-se em nossa newsletter